1. TEMA
Jornal na sala de aula
Diferenças Culturais
OBJETIVOS
Promover maior proximidade do aluno e do professor com o veículo jornal e proporcionar um conhecimento mais amplo das diferenças culturais de regiões brasileiras do Brasil e de outros países.
Facilitar o manuseio da informação, desenvolvendo o senso crítico e criativo do discente em diferentes meios de comunicação: TV, rádio, revista, jornais e outros.
Questionar a realidade social, favorecendo a formação de opinião melhor embasada, levando a mudanças de posicionamento e atitudes.
Desenvolver no aluno o gosto pela leitura a aprofundamento na interpretação e compreensão.
Identificar a importância das diferenças culturais na sociedade.
PÚBLICO A SER DESENVOLVIDO
A leitura de jornal torna possível à criança descobrir o meio que a cerca. Ela pode refletir e encontrar respostas para as questões que estão ligadas ao seu cotidiano. E, assim, descobre progressivamente como está organizado e como funciona o meio em que vive passando assim a entender as variantes linguísticas.
A linguagem é o fator principal de formação do ser histórico-social e é ela que faz a mediação entre o ser biológico material e a sociedade. Nessa direção, percebe-se a importância de se trabalhar com a complexidade da língua, pois esta é um instrumento que possibilita o desenvolvimento do pensamento.
Ademais, é uma maneira inovadora de se trabalhar, onde desenvolverá o raciocínio, a criatividade, além disso, os alunos passarão a desenvolver o gosto pela leitura e escrita, respeitando assim, as diversas formas da linguagem, utilizando diferentes meios de comunicação.
Esta atividade será desenvolvida para alunos do quarto e quinto ano, e poderá ser adequada a qualquer série.
SILVA (2006) afirma o seguinte sobre a utilização do jornal em sala de aula:
“O ensino com jornais deve almejar sempre as operações complexas do pensamento: analisar, comparar, julgar, sintetizar, produzir pontos de vista, etc. Isto, lembrando que o significado maior da leitura nos dias de hoje, pensando na complexidade da sociedade, é o de melhor qualificar as nossas ações, reações e decisões nas diferentes dimensões da vida.”
ATORES E PAPÉIS QUE DEVERÃO DESEMPENHAR
Ao iniciar as atividades o professor será o medidor, onde irá fazer intervenções levantando assim, o conhecimento prévio dos alunos, sobre o que sabem da importância do jornal na vida de cada ser, e a complexidade da língua materna e as diferentes formas de falar das regiões brasileiras e de outros países.
Os alunos ao assistirem, pesquisarem em revistas e jornais impressos, farão à leitura e recortarão anúncios que refere-se as diferenças culturais. Ao término das pesquisas será confeccionado um livro sobre os mesmos, em que serão colados os anúncios e em seguida os alunos escreverão com suas próprias palavras o que entenderam. Logo após, será aberta uma discussão em sala de aula, e localizarão no mapa ou globo a cidade, o estado ou país de onde proveio a notícia.
Além disso, será confeccionado um cartaz com ilustrações das regiões brasileiras, e os discentes irão apresentar no pátio da escola sobre essas variações.
DINÂMICA DA ATIVIDADE
Logo após o levantamento prévio, será divido o grupo por diferentes cores. Ao formar os grupos, os alunos irão começar as pesquisas com os jornais que o professor disponibilizará. Quando terminar as atividades de sala, continuarão as pesquisas em casa através de diferentes recursos de comunicação.
Confeccionar um livrinho;
Discussão em sala;
Produção de cartazes;
Pesquisa em mapas ou globo terrestre;
Apresentação para outras salas.
MÍDIAS A SEREM UTILIZADAS
Utilizarão a TV, o rádio, revistas, jornais e o computador.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Esta atividade será realizada durante duas semanas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE
A avaliação será analisada durante todo processo de trabalho, observando assim: a participação, envolvimento nas atividades trabalhadas em grupo, e nas pesquisas individuais em casa.
REFERÊNCIAS
FARIA, M. Como usar o jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1996.
KENSkI, Vani M. Múltiplas linguagens na escola. In: ENDIPE. Linguagens, espaços e tempos no ensinar e aprender. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. pp. 123-140.
BENVENISTE, Emile, Problema de línguística Geral. Trad. De Eduardo Guimarães et. Al. São Paulo: Compañía Editorial Nacional, 1976.
VANOYE< Francis. Usos da Linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrtita. 11. ed. Trad. E Adaptação Clarisse Madureira Sabóia. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
SILVA (2006)
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Infância na alfabetização
Infância na alfabetização
Recordar o passado não é algo simples, vem a tona sentimentos de alegria, felicidades, desejos e angustias, que ficaram guardados bem lá no fundo de minha memória, como se fosse um diário.
Ao trazer de volta essas lembranças agora, depois de tanto tempo, penso na minha infância de escola, lembro-me do quanto foi boa. Recordo-me da minha alfabetização que aconteceu dentro dos parâmetros tradicionais. Esse modelo tradicional se baseia em práticas como: o uso da cartilha, um pequeno A B C em que tinha que decorar as letras e a ordem alfabética. Muitas vezes, ficava ansiosa para chegar logo a hora da lição e quando não conseguia fazer a leitura logo, a tristeza e a angústia, de não ter conseguido, refletia nos meus olhos.
A professora nos mandava fazer várias cópias e assim, copiando textos, famílias silábicas, fui alfabetizada, não demorei muito para aprender a ler e a escrever, mas quando comecei a juntar e ler as primeiras palavras fiquei feliz, pois recebia muitos elogios em casa, na escola, dos vizinhos que diziam que eu era muito inteligente, e assim, fui desenvolvendo a leitura e a escrita.
Com o passar dos dias, comecei a ler tudo o que via pela frente, era muito divertido, e as revistinha de gibis de minhas tias não deixava nenhuma passar, lia todas atenta e curiosa, fazendo as minhas interpretações, a partir do que lia. Também, criava historinhas que surgiam de repente, sempre tive diários em que escrevia, mesmo tento erros ortográficos.
Agora, depois de ter mergulhado profundamente no baú de minha memória, relembrando de como foi a minha trajetória da alfabetização posso compreender o por quê, e entender que, através dessas experiências vividas no passado, posso hoje, tirar alguma lição. E foi dessas lições que pude aprender e amadurecer.
Enfim, assim é a vida, um eterno processo, aberto a mudanças e inovações.
Recordar o passado não é algo simples, vem a tona sentimentos de alegria, felicidades, desejos e angustias, que ficaram guardados bem lá no fundo de minha memória, como se fosse um diário.
Ao trazer de volta essas lembranças agora, depois de tanto tempo, penso na minha infância de escola, lembro-me do quanto foi boa. Recordo-me da minha alfabetização que aconteceu dentro dos parâmetros tradicionais. Esse modelo tradicional se baseia em práticas como: o uso da cartilha, um pequeno A B C em que tinha que decorar as letras e a ordem alfabética. Muitas vezes, ficava ansiosa para chegar logo a hora da lição e quando não conseguia fazer a leitura logo, a tristeza e a angústia, de não ter conseguido, refletia nos meus olhos.
A professora nos mandava fazer várias cópias e assim, copiando textos, famílias silábicas, fui alfabetizada, não demorei muito para aprender a ler e a escrever, mas quando comecei a juntar e ler as primeiras palavras fiquei feliz, pois recebia muitos elogios em casa, na escola, dos vizinhos que diziam que eu era muito inteligente, e assim, fui desenvolvendo a leitura e a escrita.
Com o passar dos dias, comecei a ler tudo o que via pela frente, era muito divertido, e as revistinha de gibis de minhas tias não deixava nenhuma passar, lia todas atenta e curiosa, fazendo as minhas interpretações, a partir do que lia. Também, criava historinhas que surgiam de repente, sempre tive diários em que escrevia, mesmo tento erros ortográficos.
Agora, depois de ter mergulhado profundamente no baú de minha memória, relembrando de como foi a minha trajetória da alfabetização posso compreender o por quê, e entender que, através dessas experiências vividas no passado, posso hoje, tirar alguma lição. E foi dessas lições que pude aprender e amadurecer.
Enfim, assim é a vida, um eterno processo, aberto a mudanças e inovações.
terça-feira, 6 de abril de 2010
O Rádio
O rádio é de grande importância numa sociedade, pois desde o seu surgimento vem sofrendo diversas mudanças, é constituído como veículo de massa não pela sua capacidade de atingir grandes públicos, mas sim pela facilidade de veicular as suas informações tendo uma qualidade que não se encontra numa mídia impressa, que é restrita a uma elite alfabetizada da sociedade.
A educação tem por desafio formar cidadãos que saibam transformar informações em conhecimento tornando-os capazes de usar esses conhecimentos para o seu próprio bem e da comunidade. O uso do rádio no processo educacional contribui, ou seja, preenche a lacuna formada entre sociedade e escola desenvolvendo assim competências e habilidades (capacidade de síntese, de raciocínio, de verbalização de ideias). Viabilizando as comunidades escolares condições de realizar um projeto de vida e uma sociedade melhor.
Pode-se trabalhar com o rádio de uma maneira bem simples e prática. Com uma simples caixa de sapato pode criar um rádio, onde o professor orientará os alunos a fazerem uma simulação, narrando assim os acontecimentos que mais lhe chamou atenção na hora do recreio. Esta atividade tem por objetivo de desenvolver a criatividade, o raciocínio, a oralidade e também a escrita se o professor desejar que eles antes de narrar descreva o texto.
O docente também pode trazer um rádio, pedir para que os alunos ouçam por vinte minutos as notícias, depois interpretá-las através de desenhos, teatro, fazer um texto escrito posicionando seus argumentos diante do tema.
Seria muito interessante fazer uma visita à rádio de sua própria cidade, para mostrar aos discentes a importância, sua forma de funcionamento, como se deve agir e se comportar diante de uma emissora de rádio.
Enfim o rádio na escola torna-se um elemento que enquanto ação educativa prioriza a auto-estima, torna a aula mais dinâmica, reforçando assim um modelo horizontal, democrático, participativo onde os alunos aprenderão com mais prazer enriquecendo assim o nível intelectual de cada um que ali esteja.
A educação tem por desafio formar cidadãos que saibam transformar informações em conhecimento tornando-os capazes de usar esses conhecimentos para o seu próprio bem e da comunidade. O uso do rádio no processo educacional contribui, ou seja, preenche a lacuna formada entre sociedade e escola desenvolvendo assim competências e habilidades (capacidade de síntese, de raciocínio, de verbalização de ideias). Viabilizando as comunidades escolares condições de realizar um projeto de vida e uma sociedade melhor.
Pode-se trabalhar com o rádio de uma maneira bem simples e prática. Com uma simples caixa de sapato pode criar um rádio, onde o professor orientará os alunos a fazerem uma simulação, narrando assim os acontecimentos que mais lhe chamou atenção na hora do recreio. Esta atividade tem por objetivo de desenvolver a criatividade, o raciocínio, a oralidade e também a escrita se o professor desejar que eles antes de narrar descreva o texto.
O docente também pode trazer um rádio, pedir para que os alunos ouçam por vinte minutos as notícias, depois interpretá-las através de desenhos, teatro, fazer um texto escrito posicionando seus argumentos diante do tema.
Seria muito interessante fazer uma visita à rádio de sua própria cidade, para mostrar aos discentes a importância, sua forma de funcionamento, como se deve agir e se comportar diante de uma emissora de rádio.
Enfim o rádio na escola torna-se um elemento que enquanto ação educativa prioriza a auto-estima, torna a aula mais dinâmica, reforçando assim um modelo horizontal, democrático, participativo onde os alunos aprenderão com mais prazer enriquecendo assim o nível intelectual de cada um que ali esteja.
Experiência De Ser Blogueira
O blog é uma ferramenta da internet que veio para desmistificar os modelos tradicionalistas tanto no processo pedagógico quanto numa sociedade globalizada. É visto como um diário online que possibilita o autor ou autores expressarem e publicarem suas opiniões, através de textos e imagens, despertando assim, o lado criativo e intelectual de cada membro e seguidores.
Os blogs sem dúvida é um recurso excelente no ambiente educacional, onde ajudam a desenvolver a construção do conhecimento, a partir do momento em que os indivíduos lêem mais e consequentemente produzem mais. Por este motivo, sempre acessei blogs relacionados à educação para ampliar e complementar as minhas aulas de forma inovadora e atraente. Até o momento eu era só pesquisadora e agora passei por esta experiência de ser blogueira.
É notório que o blog é um recurso de fácil acessibilidade, tendo assim a vantagem de promover a interação dos visitantes, respondendo ou opinando em relação aos artigos postados. Por outro lado, alguns indivíduos podem postar informações inadequadas ao tema proposto; outros ainda não respeitam a autoria dos textos alheios tomando-os para si isso vejo como desvantagem.
Por fim, alguns blogs aproximam o professor do aluno e faz com que este acabe se conectando ainda mais no meio em que vive, e leva o professor a refletir sobre sua prática pedagógica, através das trocas de experiências, passando assim a desenvolver um novo modelo de ensino de Língua introduzido pelo uso das tecnologias.
O blog é uma ferramenta da internet que veio para desmistificar os modelos tradicionalistas tanto no processo pedagógico quanto numa sociedade globalizada. É visto como um diário online que possibilita o autor ou autores expressarem e publicarem suas opiniões, através de textos e imagens, despertando assim, o lado criativo e intelectual de cada membro e seguidores.
Os blogs sem dúvida é um recurso excelente no ambiente educacional, onde ajudam a desenvolver a construção do conhecimento, a partir do momento em que os indivíduos lêem mais e consequentemente produzem mais. Por este motivo, sempre acessei blogs relacionados à educação para ampliar e complementar as minhas aulas de forma inovadora e atraente. Até o momento eu era só pesquisadora e agora passei por esta experiência de ser blogueira.
É notório que o blog é um recurso de fácil acessibilidade, tendo assim a vantagem de promover a interação dos visitantes, respondendo ou opinando em relação aos artigos postados. Por outro lado, alguns indivíduos podem postar informações inadequadas ao tema proposto; outros ainda não respeitam a autoria dos textos alheios tomando-os para si isso vejo como desvantagem.
Por fim, alguns blogs aproximam o professor do aluno e faz com que este acabe se conectando ainda mais no meio em que vive, e leva o professor a refletir sobre sua prática pedagógica, através das trocas de experiências, passando assim a desenvolver um novo modelo de ensino de Língua introduzido pelo uso das tecnologias.
domingo, 4 de abril de 2010
A Importância das TICs na educação
Vivemos numa sociedade que está em constantes mudanças, e estas se dão de acordo com as características da sociedade em rede, da globalização da economia e da virtualidade. A sociedade aos poucos vem sendo influenciada, passando assim a ter diferentes hábitos de suas vidas cotidianas. Portanto essas mudanças só ocorrem através da educação, porque é ela que transforma cada ser que por ali passa, fazendo com que mudem a forma de agir, pensar e de comunicar.
A educação em todos os níveis - desde o ensino fundamental até o curso de pós-graduação - não tem sido alheia aos movimentos de mudanças, ao desenvolvimento científico-tecnológico nem aos movimentos sociais, políticos e econômicos em curso na nova sociedade.
As mídias e os recursos tecnológicos constituem-se instrumentos pedagógicos que podem auxiliar de maneira inovadora a prática de ensino. A escola por ter a importante missão de educar, deve-se ter a preocupação maior diante dessas transformações, portanto o professor não só precisa ser um bom usuário, mas será necessário que conheçam as especificidades e linguagens das mídias e os modos de operação das tecnologias.
A Internet é um sistema de dimensões gigantescas, que abrange todo o mundo e que tem potencialidades surpreendentes. Fisicamente, pode ser definido como um conjunto de interligações voluntárias entre redes. Suporta milhões de documentos, recursos, bases de dados e uma variedade de métodos de comunicação tornando assim o acesso mais rápido de informações entre as pessoas.
A internet é uma rede anárquica onde, literalmente, ”tudo vale”, é possível dizer e publicar qualquer coisa, sem qualquer resposta crítica ou controle editorial sobre conteúdo. Por este motivo causa uma Revolução Temática ou Terceira Revolução Industrial, indo contra ao modelo vertical e linear de organização. Portanto percebe-se que a internet é vilã e ao mesmo tempo vítima, por não possuir regras em que não há um líder de comando para descobrir os vândalos, e vítima porque é um espaço que enriquece o nível intelectual de qualquer ser humano e pessoas incrédulas agem de maneira perversa distorcendo o seu uso para prejudicar milhares de usuários.
Com todos os problemas a internet é um espaço em que alarga horizontes e o professor não pode impedir o uso dela e sim ensinar aos discentes a usá-la de maneira correta, pois é a melhor oportunidade para melhorar a educação e a comunicação dos últimos tempos.
Enfim segundo Behrens, a aprendizagem precisa ser significativa, desafiadora, problematizada e instigante, a ponto de mobilizar o aluno e o grupo a buscar soluções possíveis para serem discutidas e concretizadas à luz de referências teóricas e práticas.
A educação em todos os níveis - desde o ensino fundamental até o curso de pós-graduação - não tem sido alheia aos movimentos de mudanças, ao desenvolvimento científico-tecnológico nem aos movimentos sociais, políticos e econômicos em curso na nova sociedade.
As mídias e os recursos tecnológicos constituem-se instrumentos pedagógicos que podem auxiliar de maneira inovadora a prática de ensino. A escola por ter a importante missão de educar, deve-se ter a preocupação maior diante dessas transformações, portanto o professor não só precisa ser um bom usuário, mas será necessário que conheçam as especificidades e linguagens das mídias e os modos de operação das tecnologias.
A Internet é um sistema de dimensões gigantescas, que abrange todo o mundo e que tem potencialidades surpreendentes. Fisicamente, pode ser definido como um conjunto de interligações voluntárias entre redes. Suporta milhões de documentos, recursos, bases de dados e uma variedade de métodos de comunicação tornando assim o acesso mais rápido de informações entre as pessoas.
A internet é uma rede anárquica onde, literalmente, ”tudo vale”, é possível dizer e publicar qualquer coisa, sem qualquer resposta crítica ou controle editorial sobre conteúdo. Por este motivo causa uma Revolução Temática ou Terceira Revolução Industrial, indo contra ao modelo vertical e linear de organização. Portanto percebe-se que a internet é vilã e ao mesmo tempo vítima, por não possuir regras em que não há um líder de comando para descobrir os vândalos, e vítima porque é um espaço que enriquece o nível intelectual de qualquer ser humano e pessoas incrédulas agem de maneira perversa distorcendo o seu uso para prejudicar milhares de usuários.
Com todos os problemas a internet é um espaço em que alarga horizontes e o professor não pode impedir o uso dela e sim ensinar aos discentes a usá-la de maneira correta, pois é a melhor oportunidade para melhorar a educação e a comunicação dos últimos tempos.
Enfim segundo Behrens, a aprendizagem precisa ser significativa, desafiadora, problematizada e instigante, a ponto de mobilizar o aluno e o grupo a buscar soluções possíveis para serem discutidas e concretizadas à luz de referências teóricas e práticas.
Ensinar
Ensinar é uma arte.
E como toda arte merece admiração.
Eu admiro muito.
Ser Professor
Ser professor é muito mais do que ministrar aulas.
Ser professor é ocupar lugar de destaque na vida de muita gente.
A responsabilidade é grande, mas não chega aos pés da gratificante certeza de colaborar para a formação de seres humanos.
O verdadeiro mestre não se restringe ao intelectual.
Ele incentiva o amadurecer
O desabrochar,
O construir,
O viver.
Lições válidas para toda a existência.
E como toda arte merece admiração.
Eu admiro muito.
Ser Professor
Ser professor é muito mais do que ministrar aulas.
Ser professor é ocupar lugar de destaque na vida de muita gente.
A responsabilidade é grande, mas não chega aos pés da gratificante certeza de colaborar para a formação de seres humanos.
O verdadeiro mestre não se restringe ao intelectual.
Ele incentiva o amadurecer
O desabrochar,
O construir,
O viver.
Lições válidas para toda a existência.
Assinar:
Postagens (Atom)